Maria, Maria é um dom, uma certa magia
Uma força que nos alerta
Uma mulher que merece viver e amar
Como outra qualquer do planeta
Maria, Maria é o som, é a cor, é o suor
É a dose mais forte e lenta
De uma gente que ri quando deve chorar
E não vive apenas agüenta
Mas é preciso ter força, é preciso ter raça
É preciso ter gana sempre
Quem traz no corpo essa marca
Maria, Maria mistura a dor e a alegria
Mas é preciso ter manha, é preciso ter graça
É preciso ter sonho sempre
Quem traz na pele essa marca
Possui a estranha mania de ter fé na vida
2010-02-09
2010-02-06
Ciberativista,

A Indústrias Nucleares do Brasil (INB) opera a mina de urânio de Caetité há anos e, apesar de garantir que faz análises periódicas da água em poços do município, a empresa sempre insistiu que nunca detectou qualquer grau de radiotividade nocivo à saúde humana.
Depois da denúncia de contaminação radioativa em poços no entorno da mina feita pelo Greenpeace em 2008, e que estudos independentes, dentre eles do Instituto de Gestão de Águas da Bahia – Ingá, registraram a presença da contaminação em níveis considerados nocivos à saúde humana, a estatal mudou o discurso. Passou a dizer que a extração que realiza não está relacionada à contaminação e que a radioatividade encontrada na água é fruto do alto teor de urânio presente no solo da região. Em outras palavras, a INB deu uma de Pôncio Pilatos e lavou as mãos.
Na semana passada, ativistas do Greenpeace foram até a mina de urânio realizaram um protesto na mina de urânio questionando a contaminação. Além disso, convidaram o secretário de recursos hídricos do município a beber da água coletada no ponto contaminado de Barreiros. Nilo Joaquim de Azevedo, no entanto, zelou por sua saúde e recusou-se a tomá-la.
Você também é um ativista, clique aqui e assine a petição. Exija que a INB prove que não é responsável pela contaminação da água de Caetité/BA. Exija também que, mesmo no caso de ser inocente, a INB assuma a responsabilidade de orientar a população e impedir o consumo de pagua contaminada no município.
2010-02-03
Ai... o Carnaval
Como não ficar ansioso com essa data tão comemorativa? Onde ninguém é de ninguém, as pessoas se abastecem com alcool e o som é o melhor remédio. A felicidade toma conta de mim nessa época do ano, é quando todo mundo vira amigo, fica divertido e sem lei. Mas é lógico sem perder as estribeiras, e é um aproveitamento em tão pouco tempo, e tudo que se faz fica naquele mês e serve de lembrança o ano todo. Foto do carnaval do ano passado, que foi o menos progamado mas foi maravilhoso, conheci pessoas maravilhosas, e o rio de janeiro.. cidade maravilhosa, do malandro, da lapa. Os blocos então, melhores impossíveis. Senti na pele o que é realmente o carnaval, as pessoas fantasiadas, as marchinhas, não me conformava com a idéia de antigamente curtir o carnaval ouvindo eletrônico, um som que se ouve em qualquer estação do ano. Mas enfim, conheci o rio de janeiro e melhor impossível. Esse ano também quero algo diferente, mas ai vai a dica, carnaval na capital é tudo e mais um pouco, vale a pena sim. E tá ai a listagem dos blocos que terão esse ano, fiquei meio chateada que não vi Santa Tereza no meio dessa listagem, deve ser pelas fotos que sairam ano passado dos sem educação fazendo xixi do lado do banheiro químico, vamos ver se essa lei ai engata esse ano, porque não tem coisa pior do que chão mijado, se a mulher aguenta até o banheiro porque os homens não podem aguentar também? Se bem que ultimamente nem mulher está sendo descartada. Mas vai o meu recado, aproveitem que é uma época muito boa, sem lei.. mas sempre com o pé no chão, voltem vivos para me contarem depois como foi!!!Beijinhos pra quem lê!
2010-02-02
2010-02-01
Diga não ao aborto!
Uma mulher chega apavorada no consultório de seu ginecologista e diz:
- Doutor, o senhor terá que me ajudar num problema muito sério. Este meu bebê ainda não completou um ano e já estou grávida novamente. Não quero filhos em tão curto espaço de tempo, mas num espaço grande entre um e outro...
O médico então perguntou:
- Muito bem. O que a senhora quer que eu faça?
A mulher respondeu:
- Desejo interromper esta gravidez e conto com a sua ajuda.
O médico então pensou um pouco e depois de algum tempo em silêncio disse para a mulher:
- Acho que tenho um método melhor para solucionar o problema. E é menos perigoso para a senhora.
A mulher sorriu, acreditando que o médico aceitaria seu pedido.
Ele então completou:
- Veja bem minha senhora, para não ter que ficar com dois bebês de uma vez, em tão curto espaço de tempo, vamos matar este que está em seus braços.
Assim, a senhora poderá descansar para ter o outro, terá um período de descanso até o outro nascer. Se vamos matar, não há diferença entre um e outro. Até porque sacrificar este que a senhora tem nos braços é mais fácil, pois a senhora não correrá nenhum risco...
A mulher apavorou-se e disse:
- Não doutor! Que horror! Matar um criança é um crime
- Também acho minha senhora, mas me pareceu tão convencida disso, que por um momento pensei em ajudá-la.
O médico sorriu e, depois de algumas considerações, viu que a sua lição surtira efeito. Convenceu a mãe que não há menor diferença entre matar a criança que nasceu e matar uma ainda por nascer, mas já viva no seio materno.
O CRIME É EXATAMENTE O MESMO!!!!!
- Doutor, o senhor terá que me ajudar num problema muito sério. Este meu bebê ainda não completou um ano e já estou grávida novamente. Não quero filhos em tão curto espaço de tempo, mas num espaço grande entre um e outro...
O médico então perguntou:
- Muito bem. O que a senhora quer que eu faça?
A mulher respondeu:
- Desejo interromper esta gravidez e conto com a sua ajuda.
O médico então pensou um pouco e depois de algum tempo em silêncio disse para a mulher:
- Acho que tenho um método melhor para solucionar o problema. E é menos perigoso para a senhora.
A mulher sorriu, acreditando que o médico aceitaria seu pedido.
Ele então completou:
- Veja bem minha senhora, para não ter que ficar com dois bebês de uma vez, em tão curto espaço de tempo, vamos matar este que está em seus braços.
Assim, a senhora poderá descansar para ter o outro, terá um período de descanso até o outro nascer. Se vamos matar, não há diferença entre um e outro. Até porque sacrificar este que a senhora tem nos braços é mais fácil, pois a senhora não correrá nenhum risco...
A mulher apavorou-se e disse:
- Não doutor! Que horror! Matar um criança é um crime
- Também acho minha senhora, mas me pareceu tão convencida disso, que por um momento pensei em ajudá-la.
O médico sorriu e, depois de algumas considerações, viu que a sua lição surtira efeito. Convenceu a mãe que não há menor diferença entre matar a criança que nasceu e matar uma ainda por nascer, mas já viva no seio materno.
O CRIME É EXATAMENTE O MESMO!!!!!
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